Uma caneta em mãos, algumas folhas para rascunho, notebook no lado e muito tempo de sombra. Penso para mim mesma; "Tudo bem, Carolina, hora de escrever". Penso e repenso nisso toda a vez que percebo que deixei de lado minha página na internet. Começo a rabiscar algo mas, logo, o que consigo criar são apenas frases. Dou inicio a mais de dez textos por dia, mas não passam de pequenos parágrafos sem continuação.
Tento escrever, me faltam assuntos, me faltam motivos, me falta por quem escrever. Preciso escrever, falta-me vida. Impossível não escrever quando se abusa de uma felicidade imensa que já não cabe em nós mesmos. Impossível não escrever quando se precisa desabafar, quando se precisa tirar aquele aperto do peito, e deixar jorrar aquelas lágrimas que nos enchem os olhos. Impossível não escrever quando se precisa de calma, e consegue isso a cada palavra passada para o papel . Impossível não escrever quando se tem histórias para contar, momentos para compartilhar, vida para espalhar. Impossível não escrever quando se empolga com alguma música, ou quem sabe com algum texto de autor querido, e as palavras simplesmente saem como notas musicais. Impossível não escrever quando não se tem ninguém para conversar, quando se está sozinho, querendo fazer companhia a si mesmo. Tantos são os motivos que nos levam a escrever.
Agora, impossível mesmo é escrever quando a gente não se encontra em nenhum desses momentos, quando se está inteiramente nulo, vazio, e o pouco de pensamento que lhe vem em mente, é inapropriado, não pode ser exposto. Na minha cabeça, reina aquela pequena pressão psicológica de quem sabe que tem alguém esperando para ler um novo texto meu, e aquela culpa de não ter capacidade para acabar com essa espera. De tanto me culpar e fazer cobranças a mim mesmo, fiz uma escolha; Decidi me dar o direito de não escrever, pelo menos só pelo dia de hoje, amanhã talvez tudo volte ao normal. Como não costumo deixar ninguém de lado, cá estou para passar a vocês esse aviso; Vim aqui somente para dizer que no dia de hoje, 30 de novembro de 2011, eu não irei escrever. Ponto e basta!
Tento escrever, me faltam assuntos, me faltam motivos, me falta por quem escrever. Preciso escrever, falta-me vida. Impossível não escrever quando se abusa de uma felicidade imensa que já não cabe em nós mesmos. Impossível não escrever quando se precisa desabafar, quando se precisa tirar aquele aperto do peito, e deixar jorrar aquelas lágrimas que nos enchem os olhos. Impossível não escrever quando se precisa de calma, e consegue isso a cada palavra passada para o papel . Impossível não escrever quando se tem histórias para contar, momentos para compartilhar, vida para espalhar. Impossível não escrever quando se empolga com alguma música, ou quem sabe com algum texto de autor querido, e as palavras simplesmente saem como notas musicais. Impossível não escrever quando não se tem ninguém para conversar, quando se está sozinho, querendo fazer companhia a si mesmo. Tantos são os motivos que nos levam a escrever.
Agora, impossível mesmo é escrever quando a gente não se encontra em nenhum desses momentos, quando se está inteiramente nulo, vazio, e o pouco de pensamento que lhe vem em mente, é inapropriado, não pode ser exposto. Na minha cabeça, reina aquela pequena pressão psicológica de quem sabe que tem alguém esperando para ler um novo texto meu, e aquela culpa de não ter capacidade para acabar com essa espera. De tanto me culpar e fazer cobranças a mim mesmo, fiz uma escolha; Decidi me dar o direito de não escrever, pelo menos só pelo dia de hoje, amanhã talvez tudo volte ao normal. Como não costumo deixar ninguém de lado, cá estou para passar a vocês esse aviso; Vim aqui somente para dizer que no dia de hoje, 30 de novembro de 2011, eu não irei escrever. Ponto e basta!
